Doença da língua azul ou bluetongue, sabe reconhecer um animal afetado?

Apesar de identificada pela primeira vez no Brasil há mais de 30 anos, poucos produtores e técnicos sabem reconhecer a doença, causada por vírus (Orbivirus) , chamada de Língua Azul (Bluetongue), causando prejuízos na criação de ovinos e em alguns casos, caprinos. Não é contagiosa e a transmissão ocorre através de vetores, os mosquitos “pólvora” ou “maruins”, do gênero Culicoides.

Bovinos e ruminantes silvestres normalmente não apresentam a doença, mas servem de reservatório para que o vírus seja “distribuído” aos ovinos pelos mosquitos.

Muitas vezes os casos  não são identificados por falta de conhecimento. A ideia é justamente trazer mais informações, uma vez que, apesar do nome Língua Azul, raros são os casos onde esse sintoma (a língua ficar azulada, por cianose) é encontrado. E os possíveis sintomas (papeira, manqueira, edema na face, pneumonia, abortos entre outros) podem ser confundidos com outras doenças. Por isso a importância de conhecer mais, sendo possível diagnosticá-la corretamente.

Abaixo, alguns materiais sobre a doença, desenvolvidos pelo Ministério da Agricultura de Portugal:

 

Veja esse levantamento da região de Tauá/CE, desenvolvido pela EMBRAPA, em 2017:

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Sabe quais as forrageiras indicadas para a alimentação de ovinos e caprinos no semiárido?

Conviver com a seca não é fácil… Mas existem possibilidades de diminuir o impacto dela na alimentação dos ovinos e caprinos.

Além de conhecer as alternativas de forrageiras, também é necessário saber qual a melhor forma de plantio, como utilizar, alguns cuidados com pragas e doenças que possam aparecer, qual a qualidade de cada uma e formas de armazenamento, caso não precise utilizar toda na mesma época, como é o caso da ensilagem e fenação.

A Embrapa Semi-árido, tem uma cartilha com muita informação, que tenho certeza pode ajudar muito no planejamento da alimentação do rebanho.

São várias opções, desde as mais conhecidas palma forrageira e leucena, até umas nem tão conhecidas (pelo menos para mim, que nunca vi nem ouvi), como a pornunça. 🙂

Quer saber como fazer a Mistura Múltipla para Ovinos e Caprinos? Veja essa DICA – Mistura Múltipla para Ovinos e Caprinos – Opção para Época de Seca

Às vezes, pequenos detalhes fazem uma grande diferença no resultado

 

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Criptorquidismo induzido – uma forma de castração

Já ouviu falar em criptorquidismo induzido? O nome é complicado mas a técnica é simples: na castração tradicional, os testículos são retirados (seja com faca ou com borrachinha). Nessa técnica, os testículos ficam dentro da barriga do cordeiro ou cabrito. Com isso, temos a produção de hormônios como se o animal fosse inteiro, o que gera um maior ganho de peso, mas ao mesmo tempo a capacidade reprodutiva fica comprometida. Teoricamente, um animal criptorquida (com os testículos na barriga), não tem capacidade de reproduzir.

Os testículos estão localizados fora do corpo, pendurados, pois precisam de temperatura menor que a corporal para a produção de espermatozóides. Teoricamente, dentro da barriga, com a temperatura corporal, não tem capacidade de produzir espermatozóides e são inférteis…

No vídeo abaixo, tem uma explicação mais detalhada de como funciona e quais as vantagens e desvantagens dessa técnica:

vantagem é que os animais ganham mais peso do que se fossem retirados os testículos. A desvantagem é que os cordeiros e cabritos terão menor deposição de gordura na carcaça. A realidade de cada um (sistema de manejo, raça, alimentação) é que vai definir se essa técnica é boa ou não para a propriedade.

Quer saber se é melhor castrar ou não? Veja essa DICA – Castrar ou não castrar, eis a questão…

Se quiser entender melhor qual a diferença entre animais inteiros (sem castrar), castrados e com criptorquidismo induzido, tem um trabalho que compara os três. Conforme a raça e sistema de criação, haverá diferenças, mas no trabalho já dá pra ter uma ideia

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Uso do soro de leite na alimentação de ovinos e caprinos

Para quem produz queijo, o soro é um subproduto que muitas vezes é jogado fora, apesar do seu alto valor nutricional. Para quem tem soro à disposição, pode ser um excelente alimento para ovinos e caprinos.

O soro é rico em proteínas e sua utilização na dieta dos cordeiros e cabritos pode reduzir os custos de produção, melhorando a renda do produtor. Outra vantagem para regiões mais áridas, é que o soro pode substituir em partes a água que seria fornecida para os animais.

No material abaixo, tem mais informações e, inclusive, como fazer a mistura e qual proporção. Além disso, um podcast (áudio) do Prosa Rural sobre o uso do soro de leite. Bom proveito! 😉

 

 

O que fazer com as agulhas usadas?

Nas criações de ovelhas e cabras, vira e mexe precisamos aplicar algum produto injetável, sejam vacinas ou medicamentos. Usando agulhas descartáveis ou mesmo as de metal, uma hora temos que jogá-las fora. E como fazer esse descarte de maneira correta?

Muitos produtores ainda enterram ou queimam essas agulhas, acreditando que esse é o melhor a ser feito (até por falta de opção na sua cidade). Mas sabemos que esse não é o destino correto e pode causar acidentes e contaminação no ambiente. Mas então, o que fazer?

Primeiro, é preciso armazenar em algum lugar adequado. Existem caixas específicas para esse fim, que custam dinheiro e nem sempre é fácil de achar para comprar.

Podemos dar uma solução “caseira” para o problema, guardando as agulhas em garrafas PET, aquelas de água ou refrigerante, até o momento de descartar. Lembrem de guardar a tampa para fechar a PET na hora de levar até o destino! 😉

 

Praticamente todos os municípios tem, pelo menos, posto de saúde. E, por lei, esses postos tem que dar destino adequado a materiais contaminantes e perfurocortantes (como agulhas e bisturis). Por que não aproveitar e fazer uma parceria dos produtores do seu município, junto com a prefeitura e secretarias de saúde e agricultura para que os postos possam receber esse material? Assim as agulhas teriam um destino correto, não contaminariam a natureza e, para o município, o custo seria mínimo, uma vez que o serviço já existe.

Veja o exemplo da Prefeitura de São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, que juntou as secretarias de agricultura e saúde com as agropecuárias (que vendem produtos veterinários e também recebem as agulhas, além das seringas e frascos de medicamentos) e os produtores. Sem custo, só vontade!

Que tal espalhar as boas ideias? A gente também pode fazer a nossa parte, não só esperar que os outros resolvam nossos problemas. Que tal começar?


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Problemas com predadores? Já pensou em ter um cão de guarda do rebanho?

Em várias regiões do Brasil e do mundo a criação de ovinos e caprinos tem problemas com predadores naturais (lobos, cães, águias, onças, entre outros) e até ladrões.

Como a ideia não é matar os outros animais que estão na natureza e fazem parte dela, nem ter prejuízos na criação, há muitas décadas o homem tem se utilizado de cães de guarda de rebanho, como é o caso do Cão Serra da Estrela, de Portugal (foto acima).

Aqui no Brasil ainda é uma tecnologia relativamente nova, mas que vem sendo utilizada cada dia mais: é eficiente e ecologicamente correta (não precisamos destruir a natureza a nossa volta, podemos conviver com ela). As raças mais comuns por aqui são o Maremano Abruzês e Kuvasz. Só lembrem que além do instinto, o ideal é comprar animais de criadores que tem os cachorros no meio do rebanho e não de criadores de cidade. E, como é um cachorro, se ficarmos “afofando” demais eles, ao invés de ficarem com o rebanho, cuidando, vão ficar na volta de casa (é um erro bem comum no manejo), servindo de cão de guarda da casa, mas não dos animais…

 

Diferente do cão de pastoreio, que serve para trabalhar com o rebanho, juntando os animais no campo e levando para onde quisermos, o cão de guarda do rebanho faz um trabalho bem diferente: protege as ovelhas e cabras de predadores e, em alguns casos, até mesmo de ladrões.

Quer saber mais? Veja o vídeo:

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Como aumentar a fertilidade do rebanho: o primeiro passo

Em qualquer criação, a reprodução é peça fundamental para o sucesso ou fracasso. É com a reprodução que começamos o ciclo produtivo do rebanho e de onde vão sair os resultados: produção de leite, de cordeiros, de cabritos

E coisas simples são fundamentais para o sucesso da atividade: não vamos pensar em inseminação artificial, sincronização de cio, flushing ou outra técnica qualquer. Vamos pensar no básico, para iniciar? Depois que o básico está feito, aí sim as outras técnicas dão resultado.

FERTILIDADE – palavra que todo produtor gosta e quer ver resultado. Mas como alcançar o máximo?

O máximo que vamos alcançar de fertilidade num rebanho é 100%, ou seja, se eu tenho 50 cabras ou ovelhas, e colocar elas em cobertura, e TODAS ficarem prenhes, terei 100% de fertilidade. A cada uma que falhar, não “agarrar cria”, a taxa diminui. E o que queremos? Uma taxa mais próxima do 100% possível…

Antes de pensar em técnicas avançadas, voltemos para o básico. Aquela ovelha ou cabra que não pariu no último ano, onde está?

Se a resposta foi “não existe mais”, parabéns! Agora, se a resposta foi “continua ali no rebanho”, sinto informar que existe resposta MELHOR! 😉

Uma fêmea que não pega cria nas mesmas condições em que a grande maioria está prenhe (ou seja, a maioria teve as mesmas chances e emprenhou), só nos mostra uma coisa: tem alguma coisa “diferente” com ela. Uma das opções é ela ter baixa fertilidade: necessita de mais montas do macho para emprenhar. E essa característica, de baixa fertilidade, é herdável, ou seja, passa para os filhotes. O que é diferente de INFERTILIDADE, onde a ovelha ou a cabra não tem condições de produzir um filhote. Essa é a mais fácil de identificar e mais fácil de descartar. O problema são as que tem subfertilidade (ou baixa fertilidade), que um ano dá cria, no outro não, e vai ficando no rebanho e “multiplicando” animais com subfertilidade.

A primeira atitude a tomar é descartar esses animais. Não deu cria? Descarta e coloca uma fêmea jovem, filha de uma ovelha ou cabra com boa fertilidade, no lugar. Só essa simples atitude vai aumentar a taxa de fertilidade do rebanho. E com o tempo, descartando animais subférteis, a taxa de fertilidade do rebanho se manterá alta

Já peguei rebanho onde, historicamente, 30% das ovelhas não davam cria. Mas elas continuavam lá, ninguém identificava e no próximo ano, se não fossem descartadas por velha, entravam de novo no lote de cobertura. E novamente, cerca de 30% das ovelhas não davam cria.

Basta uma conta muito simples: se eu tenho 100 ovelhas, e 30 delas não dão cria, terei 70 cordeiros (pensando baixo, para facilitar a conta). Não era mais fácil eu ter só 70 ovelhas para dar os mesmos 70 cordeiros??? Menos gastos, menos comida e melhor resultado. (OK, depois vamos aumentar ainda mais o número de filhotes, mas daremos um passo de cada vez…)

Se eu descartar as 30 falhadas, ficarei nesse ano com as 70 (posso até descartar um ou outra por outros motivos), e coloco uma borregas (marrãs, novilhas) para cria. Tá, já entendi, o rebanho diminuiu… sim, mas a previsão é que a produção seja a mesma…

E assim vou fazendo, ano a ano, sempre ficando com animais mais férteis (e, principalmente, multiplicando essa genética de alta fertilidade) e eliminando do rebanho as menos férteis…

Viu como uma atitude simples, que não requer investimento de dinheiro (apenas de tempo e vontade, para identificar as falhadas), pode começar a mudar os resultados?

Se eu fizer sempre a mesma coisa, como posso esperar um resultado diferente?

Bom, agora que o básico já está feito, podemos começar a pensar adiante e melhorar ainda mais os resultados (em dinheiro, em eficiência, em ver a atividade progredir)…

 

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“Efeito Macho” – como utilizar o bode ou o carneiro para sincronizar o cio das fêmeas

Você sabia que o carneiro ou o bode pode ser utilizado para sincronizar o cio das ovelhas e das cabras? É uma forma barata de fazer com que elas venham a parir concentradas (com poucos dias de diferença), facilitando o manejo com os filhotes, inclusive.

Já ouviu falar em EFEITO MACHO? É uma técnica simples, que não exige gastos. O resultado? As fêmeas entram em cio quase todas na mesma época, com pequena diferença de dias… outra forma possível de sincronização é a utilização de hormônios.

 

Na prática, o que precisa ser feito é o seguinte: separar as fêmeas do contato com machos (não podem ver, ouvir nem sentir o cheiro deles), por um período de 60 dias (existem trabalhos que demonstram que menos tempo também tem seu efeito). Numa pequena propriedade, isso nem sempre é possível…

Depois dessa “separação”, ao colocar o bode em contato com as cabras ou o carneiro com as ovelhas, a tendência é que as fêmeas sincronizem o cio. O que isso significa? Ao invés delas entrarem em cio aos poucos, como seria normal (as ovelhas ao longo +- 16 e as cabras +- 21 dias), a maioria entrará em cio em questão de poucos dias. Se forem cobertas com poucos dias de diferença, essa concentração também terá efeito na parição (cerca de 70 – 80% das fêmeas podem a parir num intervalo de dez dias).

Esse manejo funciona para fêmeas que estejam ciclando (entrando em cio normalmente) ou para aquelas que já estão próximas de voltar a apresentar cio. Para ovelhas e cabras que estejam no meio do período de anestro (regiões/raças que param de entrar em cio numa determinada época do ano), não vai funcionar.

E para que serve? Dependendo do manejo e da propriedade, pode ser interessante para ter um melhor controle na época da parição, por exemplo. Pois ao invés de ter partos espalhados ao longo de várias semanas, teremos um grande volume de partos em poucos dias, podendo facilitar os cuidados.

Qual o cuidado? Devo ter machos suficientes para garantir a fertilidade (não posso usar a mesma proporção de machos que usaria se a cobertura não fosse concentrada), ou seja, terei que usar um número maior de carneiros / bodes. Além disso, preciso avaliar se os nascimentos concentrados serão bons para o meu manejo. Se os partos acontecem em um espaço do galpão, por exemplo, não posso ter mais ovelhas / cabras parindo do que cabem nesse espaço, ou no piquete de parição.

Agora, se após analisar tudo isso ainda acho que vale a pena usar essa “ferramenta” de manejo, mãos à obra. Basta colocar no planejamento para a próxima estação de cobertura!

Quer saber mais? Dá uma lida nesse Artigo:

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Mistura Múltipla para Ovinos e Caprinos – Opção para Época de Seca

Em épocas de seca, onde os pastos ficam com pior qualidade nutritiva (menos proteína e fibra de baixa digestibilidade), as ovelhas e cabras apresentam emagrecimento e baixa produção. Várias são as alternativas de suplementação nesses casos, desde silagem, feno, pastagem irrigada e as misturas múltiplas (também chamados de blocos multinutricionais ou multi mistura), que são utilizadas para melhor aproveitamento do pasto de baixa qualidade (pouca proteína e fibra de baixa digestibilidade).

Vale lembrar de alguns cuidados importantes como evitar a entrada de água (chuva) no cocho onde é colocada a mistura (para não intoxicar com os animais bebendo a água com a ureia diluída), assim como não adianta usar se os animais não tiverem acesso ao volumoso (pasto).

As misturas múltiplas podem ser compradas ou feitas na propriedade, com alimentos energéticos, protéicos, sal comum e mineral. As “receitas” e indicações de como usar, podem ser vistos abaixo, nesses materiais da EMBRAPA e da EMEPA.

MISTURA MÚLTIPLA PARA CAPRINOS E OVINOS – EMBRAPA

BLOCOS MULTINUTRICIONAIS – EMEPA

 

Quer saber mais ainda sobre o uso das misturas múltiplas ou blocos multinutricionais? Escute esse Prosa Rural da Embrapa:

 

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Ficha de controle de nascimentos

Para melhorar a produção e ganhar mais dinheiro com as ovelhas e cabras é importante que a gente tenha controle do rebanho. E não precisa ser no computador nem com programas sofisticados. O que interessa é começar: precismos ter a informação!

Começamos com fichas de papel mesmo, que podem ser usadas facilmente e tem custo baixo, só precisa ter um modelo e imprimir. Depois, podemos passar essas informações para o mais completo sistema de controle de rebanho ou simplesmente analisar nas fichinhas mesmo. Ou seja, não tem desculpa para não ter o controle.

Mas para que tudo isso? Para que eu possa saber quem são meus melhores animais em produção, focar neles para manter no rebanho e multiplicar (reproduzir) esses animais. Se meu rebanho é pequeno, posso guardar na cabeça a história de cada cabra ou ovelha, mas quando é maior, fica difícil saber os detalhes de cada uma. Então, por que não anotar? Basta um papel e lápis (sim, lápis é melhor para região pois o papel fica úmido e a caneta pode não funcionar).

Que tal começar pelo controle dos nascimentos? Não precisa ter muita informação, começamos pelas básicas.

Mas eu não tenho identificação no rebanho (não uso tatuagem, brinco, colar ou outra forma de identificação individual), não posso fazer? Claro que pode! Podemos identificar, num primeiro momento, as matrizes (ovelhas e cabras) com número pintado com tinta (veja o exemplo na foto abaixo).

Viu, não tem desculpa, sempre existe uma solução

Se não tem ideia de como fazer uma ficha de controle de nascimento, segue um modelo. Você pode imprimir ou então usar de modelo para montar a sua! Bora começar a controlar?

Abaixo, os modelos para ovinos e caprinos. A ideia é a mesma, só muda o nome! 😉

Temos também outros modelos de fichas de controle, clique em Material de Apoio!

CAPRINOS

OVINOS

 

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